Guarda Compartilhada

Guarda Compartilhada – Lei nº 13.058, de 22 de Dezembro de 2014.

 Na Guarda Compartilhada, a palavra de Ordem é Convívio, e quando falamos em convívio, é tanto o convívio entre a criança, o pai e a mãe, quanto o boa relação entre mãe e pai, porquanto é condição indispensável para o deferimento da Guarda Compartilhada, pois do contrário teremos um péssimo ambiente para o crescimento e desenvolvimento da criança;

O que se visa na Guarda Compartilhada não é simplesmente permitir que ambos (pai e mãe) tenham uma convivência mais ampla com a criança, mas principalmente que a criança cresça num ambiente mais favorável possível, que não seja privada do convívio com ambas as famílias: materna e paterna, que seja cercada de amor e cuidado por todos;

Mas imaginem se o casal vive brigando, e não conseguem manter o mínimo de convívio pacífico?, a guarda compartilhada deixa de agregar valores positivos, ela se torna negativa: a criança terá que crescer vendo brigas, exatamente as brigas que culminaram na separação, essa criança terá que suportar um sofrimento que pode comprometer o psicológico, o adulto de amanhã;

Então, vejamos o artigo. 1583 da Lei de Guarda Compartilhada:

  • 2º: a guarda compartilhada, o tempo de convívio com os filhos deve ser dividido de forma equilibrada com a mãe e com o pai, sempre tendo em vista as condições fáticas e os interesses dos filhos;
  • 3º: Na guarda compartilhada, a cidade considerada base de moradia dos filhos será aquela que melhor atender aos interesses dos filhos;
  • 5º: A guarda unilateral obriga o pai ou a mãe que não a detenha a supervisionar os interesses dos filhos, e, para possibilitar tal supervisão, qualquer dos genitores sempre será parte legítima para solicitar informações e/ou prestação de contas, objetivas ou subjetivas, em assuntos ou situações que direta ou indiretamente afetem a saúde física e psicológica e a educação de seus filhos.” (NR);

 

Com isso, vemos que, a Guarda Compartilhada será positiva se, no interesse da criança, os pais conseguirem manter um vínculo de amizade, ou cordialidade e respeito, as crianças merecem conviver com ambos, mas um convívio sadio, feliz, com dignidade e respeito.

“criança não tem vontade?”, tem sim!, procure ouvir, conversar, ter menos egoísmo e mais amor.

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